segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Tu nunca estás sozinho

Tu não sabes teu caminho,
Mas teu pé ainda pisa
Tu nunca estás sozinho,
Teu olhar sempre te avisa.

Se tombas na pedra lisa,
O teu braço te sustenta,
Se a dor é violenta,
Tua fé te tranqüiliza.

Se o medo te aterroriza,
Tua força te resgata
E por mais que alguém te bata,
Teu silêncio te organiza.

E se tua alma desliza
Na solidão repentina,
A lágrima em tua retina
É só um sopro de brisa.

* Luiz Gilberto de Barros *

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